Economistas alertam para efeito rebote que pode levar a perda significativa de ritmo na economia

Nível recorde de endividamento das famílias pode levar a redução significativa do consumo em 2027, alerta economistas
O nível recorde do endividamento das famílias pode levar a uma perda de ritmo significativa do consumo em 2027, segundo alertam economistas.
O efeito rebote do endividamento, conforme explicam especialistas, funciona como uma ressaca econômica. Famílias que acumularam dívidas em 2026 tendem a reduzir gastos futuros para compensar o excesso de crédito contraído.
Economistas apontam que o crescimento do consumo, sustentado por endividamento crescente, não é sustentável a longo prazo. A reversão desse padrão em 2027 pode resultar em desaceleração econômica mais acentuada do que a registrada em ciclos anteriores.
O endividamento recorde foi impulsionado por fatores como expansão do crédito pessoa física, aumento nas taxas de juros e pressões inflacionárias que levaram famílias a recorrer mais a empréstimos para manter o padrão de consumo.
Especialistas monitoram indicadores de inadimplência e capacidade de pagamento das famílias para avaliar o tamanho do impacto esperado em 2027. As projeções apontam para uma trajetória mais lenta da economia no próximo ano em comparação com 2026.





