IBC-Br, indicador que antecipa o PIB, cresceu apenas 0,2% entre abril e junho, após expansão de 1,2% no primeiro trimestre

IBC-Br, indicador que antecipa o PIB, registrou expansão de apenas 0,2% no segundo trimestre de 2026, após crescimento de 1,2% entre janeiro e março.
A economia brasileira registrou forte desaceleração no segundo trimestre de 2026. O IBC-Br, índice que antecipa o comportamento do Produto Interno Bruto, expandiu apenas 0,2% entre abril e junho.
O resultado marca uma queda expressiva em relação ao primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março de 2026, o indicador havia registrado expansão de 1,2%, sinalizando uma trajetória de arrefecimento da atividade econômica.
O IBC-Br é divulgado mensalmente pelo Banco Central e funciona como termômetro da economia brasileira. O índice considera dados de produção industrial, agropecuária e de serviços, oferecendo antecipação sobre os resultados oficiais do PIB.
A desaceleração observada no segundo trimestre reflete o impacto de diversos fatores sobre a economia doméstica. A redução no ritmo de crescimento sinaliza pressões sobre a demanda agregada e possíveis efeitos das políticas monetárias em vigor.
O Banco Central continua acompanhando a evolução dos indicadores econômicos para subsidiar suas decisões de política monetária. Os próximos dados de atividade econômica serão divulgados conforme o calendário regular de releases.





