Indicador antecedente de atividade reforça expectativa de corte na taxa Selic nos próximos meses.

O índice de atividade econômica IBC-Br registrou queda de 0,6% em junho, reforçando sinais de desaceleração da economia brasileira no segundo trimestre.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) caiu 0,6% em junho, indicador que consolida a desaceleração da economia brasileira no segundo trimestre de 2026.
O recuo do IBC-Br, divulgado pelo Banco Central, funciona como prévia do Produto Interno Bruto (PIB) e reflete a perda de dinamismo na atividade econômica. O indicador é acompanhado de perto por analistas e gestores de política monetária para avaliar o ritmo da economia.
A queda reforça expectativas de corte na taxa Selic nos próximos meses. Economistas e instituições financeiras vêm revisando as projeções para o PIB com base em indicadores de atividade como o IBC-Br, que sinalizam desaceleração.
O segundo trimestre de 2026 registrou crescimento mais fraco da economia em comparação com períodos anteriores, segundo os dados coletados pelo BC. A trajetória do IBC-Br ao longo dos meses do trimestre aponta para perda progressiva de ritmo da atividade econômica.
Analistas avaliam que o resultado pode influenciar as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a Selic. A redução da taxa básica de juros é considerada uma possibilidade pelos mercados financeiros, diante dos sinais de desaceleração.
O Banco Central continua acompanhando indicadores de atividade para avaliar o momento da economia e a necessidade de ajustes na política monetária nos próximos meses.





