Operadores de drogas buscam terminais marítimos alternativos para contornar intensificação de controles.

Aumento de fiscalização no porto de Santos força criminosos a deslocar operações de tráfico internacional para terminais marítimos em outras regiões do país.
A intensificação da fiscalização no porto de Santos empurra operadores de tráfico internacional de drogas a buscarem terminais marítimos em outras regiões do Brasil.
Segundo relatos, facções como PCC e CV estão deslocando suas operações para portos localizados no sul e norte do país como estratégia para contornar os controles aduanais e evitar apreensões.
O porto de Santos tem sido historicamente um dos principais pontos de entrada e saída de cargas ilícitas no Brasil. Com o aumento das operações de fiscalização, as organizações criminosas buscam rotas alternativas consideradas menos monitoradas.
Os portos do sul e norte apresentam menor concentração de agentes especializados em operações contra tráfico de drogas, segundo informações obtidas junto a autoridades de segurança.
A migração das operações criminosas para terminais marítimos em outras regiões representa um desafio operacional para órgãos de segurança em nível nacional, que precisam ampliar o monitoramento em diversos pontos portuários simultaneamente.





