Evento no Museu da Bíblia reuniu defensores de liberdade religiosa e ex-oficiais dos EUA para pressionar por mudanças

Fórum no Museu da Bíblia destaca repressão religiosa na China dias antes da visita planejada do líder Xi Jinping a Washington
Um fórum realizado no Museu da Bíblia em Washington destacou a repressão religiosa na China dias antes da visita planejada do líder chinês Xi Jinping à capital americana. O evento reuniu defensores da liberdade religiosa para pressionar por mudanças nas políticas do governo chinês.
O fórum, intitulado “Opressão do Partido Comunista Chinês na América e na China”, foi patrocinado por várias organizações de direitos humanos e liberdade religiosa, incluindo o Religious Freedom Institute e a ChinaAid Association. Durante o encontro, ex-oficiais dos EUA, defensores e representantes de comunidades religiosas perseguidas discutiram as restrições dentro da China e o uso crescente de repressão transnacional pelo Partido Comunista Chinês contra críticos e comunidades da diáspora no exterior.
O ex-embaixador dos EUA para a Liberdade Religiosa Internacional, Sam Brownback, enfatizou que o governo chinês está “em guerra com a fé”. Brownback destacou a importância de pressionar por liberdade religiosa e pela libertação de líderes religiosos presos.
“Nossa luta não é com o povo chinês. Nossa luta é com seus governantes”, disse Brownback.
Antes do evento, uma carta aberta assinada por 30 organizações foi enviada a Xi Jinping, pedindo medidas concretas de direitos humanos, como a libertação de prisioneiros de consciência e o fim da repressão transnacional. A carta mencionou nomes como Dr. Gulshan Abbas, Jimmy Lai, Pastor Wang Yi e líderes da Igreja Zion, solicitando sua libertação.
O presidente do Religious Freedom Institute, David Trimble, destacou a necessidade de cooperação entre linhas religiosas e políticas para defender a dignidade humana.
“A defesa da liberdade religiosa não deve conhecer fronteiras”, afirmou Trimble.





