Casos registrados desde julho em região próxima a Joanesburgo têm características semelhantes e sinais de violência

Polícia da África do Sul investiga possível ligação entre mortes de nove mulheres encontradas em Ekurhuleni, região próxima a Joanesburgo. Uma prisão foi realizada.
A polícia da África do Sul investiga uma possível ligação entre as mortes de nove mulheres encontradas em Ekurhuleni, região próxima a Joanesburgo, desde julho de 2026.
Os casos chamam atenção pelas características semelhantes e pelos sinais de violência. Somente nesta semana, três corpos foram localizados. Até o momento, as autoridades não confirmaram se os crimes foram cometidos pela mesma pessoa. Uma prisão já foi realizada, mas as investigações continuam.
Entre as vítimas está uma mulher de 38 anos, mãe de dois filhos. Ela desapareceu no domingo e foi encontrada morta posteriormente com sinais de espancamento e queimaduras.
A sequência de casos aumentou o temor entre mulheres da região e ampliou a cobrança por medidas de combate à violência contra a mulher. O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, afirmou que os crimes precisam ser investigados de forma abrangente.
A Anistia Internacional pediu medidas mais rigorosas contra a violência de gênero no país e defendeu o reconhecimento do feminicídio como crime específico.
As autoridades seguem apurando as circunstâncias de cada caso e uma possível conexão entre as nove mulheres encontradas mortas. Não há confirmação oficial de que as mortes tenham sido provocadas pelo mesmo criminoso.




