Servidor público federal há 32 anos declara patrimônio de R$ 998 mil e propõe dobrar salário mínimo

Candidato pelo PSTU em Santa Catarina disputa sua primeira eleição ao Senado em 2026. Servidor público federal há 32 anos, Dorval propõe dobrar o salário mínimo.
Marcos Dorval Schmitz, de 53 anos, disputa sua primeira eleição ao Senado Federal em 2026 pelo PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), representando Santa Catarina.
Nascido em Anitápolis (SC), Dorval trabalha como servidor público federal no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) do Câmpus São José há 32 anos. Conforme sua descrição em redes sociais, é geógrafo, especialista em gestão pública e técnico em refrigeração e ar condicionado. Ele não possui antecedentes criminais.
Segundo a declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral, Dorval possui R$ 998.386,28 em patrimônio, constituído principalmente por imóveis e aplicações em renda fixa, como o Tesouro Selic. Seu limite de gastos para o primeiro turno foi estabelecido em R$ 4,4 milhões. Os suplentes da chapa são Marcos Becker e Wagner Betto, ambos filiados ao PSTU.
Entre as principais propostas de campanha estão dobrar o salário mínimo, atualmente estabelecido em R$ 1.621 ao mês; reduzir a jornada de trabalho sem redução de salário; e garantir saúde pública, alimentação e direitos básicos para os trabalhadores.
O Senado Federal integra o Congresso Nacional junto à Câmara dos Deputados, formando o órgão máximo do Poder Legislativo federal responsável por criar, alterar, revogar ou estabelecer leis e normas jurídicas. A Casa é composta por 81 parlamentares, conforme define a Constituição Federal de 1988, com três senadores eleitos por cada um dos 26 estados e pelo Distrito Federal, para mandatos de oito anos. Em 2026, serão eleitos dois senadores por estado e Distrito Federal, o que representa 54 dos 81 assentos em disputa.
As responsabilidades de um senador incluem discutir e votar projetos de lei, medidas provisórias e emendas à Constituição; revisar propostas legislativas aprovadas na Câmara dos Deputados; atuar em comissões temáticas; integrar Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito (CPMIs); e julgar crimes de responsabilidade de autoridades federais de alto escalão.




