Multinacional do setor de saúde oferece vagas de auxiliar e inspetor com salários entre R$ 2.650 e R$ 2.775 em segundo turno

A ASID Brasil seleciona pessoas com deficiência para trabalhar em multinacional do setor de saúde na Cidade Industrial de Curitiba
A ASID Brasil está selecionando pessoas com deficiência para trabalhar em uma multinacional do setor de saúde na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). O processo de seleção busca aproximar profissionais às oportunidades de emprego por meio de entrevistas, desenvolvimento do perfil profissional e preparação para futuras etapas.
Entre as vagas oferecidas estão os cargos de auxiliar de produção, auxiliar de logística e inspetor da qualidade, para segundo turno (14h40 às 22h50, de segunda a sábado). Os salários variam entre R$ 2.650 e R$ 2.775. A empresa parceira oferece benefícios como plano de saúde extensivo aos dependentes, plano odontológico, gympass, vale-alimentação, vale-refeição ou refeitório, vale-transporte, previdência privada e participação nos resultados.
A primeira etapa é uma entrevista individual realizada pela equipe da ASID, com objetivo de conhecer a trajetória, experiências, interesses profissionais, disponibilidade e potencial de desenvolvimento de cada participante. A partir dessas informações, será elaborado um Perfil de Talento e Desenvolvimento, que permitirá apresentar os candidatos de forma mais ampla à indústria, considerando não apenas experiências anteriores, mas também competências e possibilidades de crescimento.
Os candidatos terão acesso gratuito ao curso on-line de Inteligência Emocional, oferecido pela Plataforma Habilita, iniciativa da ASID voltada ao desenvolvimento profissional de pessoas com deficiência. Após a conclusão das etapas, os perfis compatíveis com as oportunidades serão encaminhados para os processos seletivos da empresa parceira.
A ASID ressalta que a participação no projeto não garante contratação, uma vez que a seleção seguirá os critérios e requisitos de cada vaga. Segundo a organização, a iniciativa busca demonstrar que a obrigatoriedade em contratar pessoas com deficiência ou neurodivergência devido à Lei de Cotas não é um risco a ser mitigado, mas sim uma oportunidade de expandir o olhar corporativo para diferentes pontos de vista, do consumo e das relações humanas.



