Agência orienta consumidores a verificar regularização na lista oficial e número do processo na embalagem

Agência Nacional de Vigilância Sanitária recomenda consultar lista de produtos autorizados e verificar número do processo na embalagem antes da compra
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta consumidores sobre a necessidade de verificar a regularização de pomadas capilares antes da compra ou uso. Segundo a agência, produtos com aparência semelhante podem não estar todos autorizados e devem ser avaliados individualmente.
A recomendação é consultar o nome completo do produto na lista de pomadas autorizadas pela Anvisa antes de adquirir ou utilizar. Apenas os itens presentes nessa relação podem ser comercializados e utilizados no país.
Além de conferir a lista, é importante checar o número do processo informado na embalagem. Esse código identifica o produto junto à Anvisa e segue um formato padronizado. Em compras pela internet, a orientação é solicitar essa informação ao vendedor caso ela não esteja disponível no anúncio.
A agência também recomenda adquirir cosméticos apenas em estabelecimentos regularizados e observar as instruções de uso e advertências no rótulo. Se houver dúvida sobre a regularização, o produto não deve ser utilizado.
Pomadas capilares têm finalidade cosmética e não devem ser divulgadas como solução para doenças. Produtos que prometem tratar condições como calvície, alopecia ou dermatite seborreica merecem desconfiança, conforme orienta a Anvisa.
A Anvisa destaca que a regularização permite o acompanhamento dos produtos, mas não elimina a possibilidade de reações indesejadas. Por isso, o uso deve seguir as orientações indicadas na embalagem.
Para reduzir o risco de contato com os olhos, a recomendação é inclinar a cabeça para trás ao lavar os cabelos após o uso da pomada. Em caso de contato acidental, é indicado lavar a região com água em grande quantidade.
Se houver irritação persistente, a orientação é procurar atendimento de saúde e comunicar o caso à Anvisa. O registro de reações adversas contribui para a identificação de produtos irregulares e para o acompanhamento das empresas responsáveis.



