Irmã de Débora do Batom critica restrições em regime semiaberto

Claudia Rodrigues afirma que decisão de Alexandre de Moraes veio tardiamente, após oito pedidos protocolados há dez meses

Irmã de Débora do Batom critica restrições em regime semiaberto
Claudia Rodrigues comentou sobre progressão de regime da irmã Débora em entrevista. Foto: Gospelmais

Irmã de Débora do Batom critica limitações do semiaberto concedido por Alexandre de Moraes após oito pedidos em dez meses

Claudia Rodrigues, irmã de Débora Rodrigues, conhecida como Débora do Batom, criticou nesta terça-feira (20 de outubro) as limitações impostas pelo regime semiaberto autorizado por Alexandre de Moraes. A decisão foi deferida apenas em 6 de outubro deste ano, informou Claudia ao participar do programa Pleno Time.

Conforme Claudia, a autorização veio dois dias após o primeiro turno das eleições, apesar de oito pedidos de progressão de regime terem sido protocolados desde novembro do ano passado. “Embora tardio, porque só lembrando que haviam oito pedidos já protocolados na mesa do Alexandre de Moraes e isso dez meses atrás e ele só veio deferir esse pedido somente agora,” declarou.

Apesar da mudança de regime, Claudia explicou que as restrições continuam limitando significativamente a vida de Débora. Segundo ela, a irmã não pode acompanhar a rotina dos filhos, levá-los à escola ou participar de reuniões escolares. Débora também não pode receber visitas de familiares como tios, primos e sobrinhos, e deve permanecer em casa nos fins de semana.

“Em nada contemplou a Débora e os filhos dela, porque a maior necessidade da Débora era ter esse semiaberto onde ela pudesse acompanhar a rotina, a vida dos filhos dela,” afirmou Claudia.

Com relação ao trabalho, Claudia ressaltou que, embora Débora tenha autorização para exercer atividade profissional, isso não representa mudança substancial. O exercício de qualquer trabalho depende do cumprimento de horários determinados e de autorização específica para o estabelecimento onde a atividade será realizada. Débora continua usando tornozeleira eletrônica durante todo o tempo.

Segundo informações do Pleno.News, a família de Débora esperava que a progressão de regime possibilitasse maior liberdade, permitindo que ela participasse mais ativamente da vida familiar e dos cuidados com os filhos.

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