Ozéias de Paula convoca seguidores a votar em Flávio Bolsonaro no segundo turno

Cantor gospel se posiciona contra sobrinho deputado Otoni de Paula, que apoiava Lula. Ruptura política atravessa tradicional família evangélica brasileira

Ozéias de Paula convoca seguidores a votar em Flávio Bolsonaro no segundo turno
O cantor Ozéias de Paula durante uma apresentação marcada por forte interpretação e emoção. Foto: Reprodução — O cantor Ozéias de Paula durante uma apresentação marcada por forte interpretação e emoção. (Foto: Reprodução)

O cantor gospel Ozéias de Paula gravou vídeo convocando seus 500 mil seguidores a votarem em Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial.

O cantor gospel Ozéias de Paula publicou vídeo nas redes sociais convocando seus seguidores a votarem em Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das Eleições 2026. Na gravação divulgada para mais de 500 mil acompanhantes, o artista reforçou sua trajetória de proximidade com o público cristão.

“Alô, povo brasileiro! Sou o cantor Ozéias de Paula. Nós nos conhecemos. Estou aqui para me dirigir aos 500 mil seguidores e tenho para convidar você a mudar o Brasil nesse momento tão decisivo em que você tem nas mãos esta oportunidade. Então, vem comigo: vamos votar em Flávio Bolsonaro, o nosso presidente da República. Próximo 22, Flávio Bolsonaro, o próximo presidente da República. Faça como eu. Vamos trazer ao mundo um Brasil melhor, o Brasil de esperança. Estamos juntos. É isso aí”, declarou o cantor no material.

O posicionamento de Ozéias de Paula ocorre em contexto de mobilização de figuras do segmento cristão na reta final da campanha presidencial. O artista reitera os mesmos princípios conservadores que o levaram a apoiar Jair Bolsonaro nos pleitos de 2018 e 2022.

A manifestação pública destaca um contraste familiar na política brasileira. Enquanto Ozéias de Paula reafirma fidelidade ao campo da direita e ao bolsonarismo, seu sobrinho, o deputado Otoni de Paula, seguiu rumo oposto ao se aproximar do arco de alianças da candidatura petista de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ruptura reflete o pluralismo e as discussões políticas que atravessam famílias tradicionais e lideranças evangélicas no Brasil atual.

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