Campanha presidencial encerra atos nas ruas até as 22h deste sábado

Lula e Flávio Bolsonaro fazem últimos compromissos nos três maiores colégios eleitorais do país antes da votação de domingo

Campanha presidencial encerra atos nas ruas até as 22h deste sábado
Senador Flávio Bolsonaro (PL) e presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foto: Reprodução — Foto: Senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  • Reprodução

Prazo para campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro realizarem atos nas ruas termina neste sábado às 22h, segundo o TSE.

Termina neste sábado (24) o prazo para as campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), além dos governadores que disputam o segundo turno, realizarem atos nas ruas.

Segundo a legislação eleitoral e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caminhadas, carreatas e passeatas, com ou sem carro de som, são permitidas só até as 22h de hoje. No mesmo horário, devem ser encerradas a distribuição de material gráfico, a circulação de carros de som com jingles ou mensagens de candidatos e a fixação de wind banners.

Os comícios já foram encerrados na quinta-feira (22). No domingo (25), dia da votação, só são permitidas manifestações individuais e silenciosas dos eleitores, como adesivos, camisetas, bonés e bandeiras. Aglomerações que caracterizem ato eleitoral continuam vedadas. O descumprimento das regras pode resultar em multa, segundo o TSE.

Os dois candidatos encerram a campanha nos três maiores colégios eleitorais do país. Lula tem ato com artistas e apoiadores no Rio de Janeiro, além de passagem por São Paulo. Flávio Bolsonaro começa o dia em Belo Horizonte, com motociata pelo centro e ato na Praça da Liberdade. À tarde, segue para o Rio de Janeiro para o último ato da campanha: uma carreata da Praça do Ó até a casa de Jair Bolsonaro, na Barra da Tijuca.

Além da disputa presidencial, cinco estados e o Distrito Federal definem seus governadores no domingo: Acre (Mailza Assis (PP) x Alan Rick (Republicanos)); Amazonas (Omar Aziz (PSD) x Professora Maria do Carmo (PL)); Distrito Federal (Celina Leão (PP) x Leandro Grass (PT)); Espírito Santo (Lorenzo Pazolini (Republicanos) x Ricardo Ferraço (MDB)); Rio Grande do Norte (Allyson (União) x Cadu de Lula (PT)); Tocantins (Professora Dorinha (União) x Vicentinho Júnior (PSDB)). O Rio de Janeiro ficou de fora após o TSE anular os votos de Anthony Garotinho, o que levou à eleição de Douglas Ruas (PL) ainda no primeiro turno.

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