Investimentos em maternidades e novas tecnologias ampliam atendimento integral a gestantes e recém-nascidos no Paraná
Paraná registra 40,2 mil nascimentos em 2026 e aprimora cuidados maternos com novas maternidades e serviços integrados.
Paraná registra 40,2 mil nascimentos e amplia cuidados maternos em 2026
Nos primeiros cinco meses de 2026, o Paraná contabilizou 40.209 nascimentos, refletindo a importância crescente dos cuidados maternos no Estado. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) destaca que esse aumento reforça a necessidade de um atendimento integral e humanizado para gestantes, puérperas e recém-nascidos. Entre os avanços, está a inauguração de maternidades modernas e a ampliação dos serviços em diversas regiões, tornando o cuidado mais acessível e qualificado. O secretário César Neves ressalta que “as futuras mamães agora têm condições de receber o atendimento mais perto das suas casas”, destacando a regionalização e a humanização no atendimento.
Novas maternidades fortalecem atendimento em regiões estratégicas do Paraná
A estrutura materno-infantil do Paraná recebeu reforço significativo com a inauguração da Maternidade Municipal Papa Francisco em Pinhais, a reabertura da maternidade em Rio Branco do Sul e a nova Maternidade Maria de Lourdes Elias Nunes em Paranaguá. Essas unidades oferecem atendimento pelo SUS com infraestrutura moderna, leitos PPP (pré-parto, parto e pós-parto), e serviços essenciais como pronto atendimento e centro obstétrico. A Maternidade Maria de Lourdes Elias Nunes, por exemplo, já realizou mais de 700 atendimentos obstétricos e 160 partos desde sua abertura em 2026, proporcionando maior segurança e conforto para mães e bebês.
Investimentos públicos ampliam capacidade e qualidade do atendimento materno-infantil
Além das novas unidades, o Paraná investiu na ampliação da Casa de Saúde e Maternidade Santa Catarina em Loanda, dobrando sua capacidade de atendimento, e na modernização do Hospital e Maternidade Doutor Paulo Fortes em São Mateus do Sul, com aporte de R$ 21 milhões. O projeto padrão de maternidades, desenvolvido pela Sesa, está em andamento em municípios como Bela Vista do Paraíso, Reserva e Toledo, buscando fortalecer a assistência obstétrica e neonatal. Essas ações visam garantir atendimento especializado nas regiões, promovendo dignidade, tecnologia e qualidade para gestantes e recém-nascidos.
Linha de Cuidado Materno Infantil promove atendimento integrado e qualificado
A Linha de Cuidado Materno Infantil é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde que organiza e qualifica a assistência à gestante, puérpera e criança em todo o Paraná. Estruturada de forma integrada na Rede de Atenção à Saúde, ela abrange a Atenção Primária, Ambulatorial Especializada e Hospitalar. A coordenadora Carolina Bolfe Poliquesi destaca que o programa estabelece diretrizes para o cuidado integral desde o planejamento reprodutivo até o acompanhamento dos primeiros anos de vida da criança, fortalecendo o acesso e a qualidade dos serviços.
Avanços tecnológicos e prevenção reforçam a saúde materno-infantil no Paraná
Entre os recentes progressos está a ampliação da vacinação BCG diretamente nas maternidades e a oferta de ultrassonografia morfológica para 100% das gestantes atendidas pelo SUS. Essas medidas reforçam a prevenção e o diagnóstico precoce, fundamentais para a saúde da mãe e do bebê. A estratégia de oferecer esses recursos dentro das maternidades reduz deslocamentos e facilita o acesso, demonstrando o compromisso do Estado em promover um cuidado integral e humanizado.
Impactos dos investimentos em saúde materno-infantil para o desenvolvimento regional
Os investimentos em maternidades e serviços de saúde materno-infantil contribuem para melhorar indicadores de saúde e qualidade de vida nas regiões atendidas. O fortalecimento da rede facilita o acesso das gestantes a serviços especializados, diminui riscos durante o parto e promove o acompanhamento adequado do recém-nascido. Além disso, a geração de empregos e a qualificação das equipes de saúde impulsionam o desenvolvimento local, refletindo um modelo de gestão pública focado na regionalização e na equidade no acesso aos serviços de saúde.





