Texto aponta atuações de Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Gilmar Mendes como evidência de consórcio entre o Palácio do Planalto e a Corte

Colunista alega que governabilidade de Lula passa por parceria com ministros do Supremo, citando casos envolvendo Flávio Bolsonaro e investigações arquivadas
Um colunista alega que a governabilidade do terceiro mandato de Lula da Silva passa por uma inédita parceria com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além do apoio parlamentar tradicional.
Segundo o texto, essa dinâmica ficaria evidente em decisões judiciais recentes. Alexandre de Moraes teria solicitado a apreensão do passaporte de Flávio Bolsonaro apenas sete minutos após o resultado da eleição. O presidente da Corte, Edson Fachin, teria arquivado investigação sobre R$ 129 milhões de contrato da esposa de Moraes com o Banco Master.
Gilmar Mendes teria arquivado inquérito sobre denúncia de fake news envolvendo o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), que acusaram o vice Alfredo Gaspar de pedofilia sem comprovação, mesmo após inocentação pelo STF.
O colunista critica também o deputado André Janones (PT) por desembarcar em Buenos Aires para auxiliar Cristina Kirchner contra o presidente Javier Milei. Segundo o texto, Janones enfrentaria acusações de violência doméstica, suposto desvio salarial no gabinete e condutas em redes sociais envolvendo campanhas de medo e desinformação.
O texto aborda ainda problemas técnicos no aplicativo e-Gov do governo federal, que apresentaria falhas há mais de um mês em funcionalidades de assinatura digital e emissão de notas fiscais para empresas do regime Simples.
Em contexto de segurança digital, o custo médio de uma violação de dados no Brasil em 2026 atingiu quase R$ 7,5 milhões, conforme levantamento anual da IBM, registrando o maior valor da série. O avanço da inteligência artificial é apontado como fator que amplia o alcance dos ataques digitais.



