Adrilles Jorge é agredido durante manifestação de estudantes da USP

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Parlamentar sofreu agressão física durante protesto por melhorias nas universidades públicas em São Paulo

Adrilles Jorge é agredido durante manifestação de estudantes da USP
Momento em que Adrilles Jorge é agredido durante manifestação em São Paulo Foto: reprodução/Instagram (@adrillesjorge)

Adrilles Jorge é agredido durante manifestação de estudantes da USP que reivindicam melhorias nas universidades públicas em São Paulo.

Confira a programação dos protestos e ocupações nas universidades

10 de maio – USP: Ocupação do prédio da Reitoria da USP, com ação policial para desocupação na madrugada, uso de cassetetes e bombas de gás, resultando em quatro pessoas detidas.
11 de maio – Praça da República, São Paulo: Manifestação de alunos da USP, Unesp e Unicamp em frente à Secretaria de Educação.

Contexto da manifestação e reivindicações dos estudantes

Adrilles Jorge é agredido durante manifestação de estudantes da USP, Unesp e Unicamp na Praça da República, em São Paulo, no dia 11 de maio. Os protestos ocorrem em meio à greve que reivindica melhorias estruturais nas moradias universitárias, aumento nas bolsas de estudo e retomada das negociações com os reitores. Os estudantes denunciam problemas graves como infiltrações, mofo e falta de manutenção elétrica no Crusp, além da necessidade de ampliação dos serviços básicos nos campi da Unicamp e Unesp.

Conflito entre parlamentares e manifestantes durante protesto

Durante o ato, os vereadores Adrilles Jorge e Rubinho Nunes, ambos do União Brasil, estiveram presentes e foram agredidos pelos manifestantes. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Adrilles argumentou contra as greves, ressaltando que as universidades públicas são financiadas com recursos do contribuinte. Em seguida, foi atingido por um chute, enquanto o influenciador Fuinha também sofreu agressão na confusão. A tensão evidenciou o clima conflituoso entre representantes políticos e movimentos estudantis.

Ação da Polícia Militar e repercussão sobre a desocupação na USP

Na madrugada anterior, a Polícia Militar realizou operação para retirar estudantes do prédio da Reitoria da USP. A corporação utilizou bombas de gás e cassetetes, além de apreender entorpecentes e armas brancas, conforme informado oficialmente. A Reitoria lamentou a violência e afirmou que a desocupação foi feita sem aviso prévio, defendendo o diálogo e a convivência democrática. Por outro lado, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) classificou a ação como abusiva, ilegal e fora do horário permitido, destacando a ocorrência de feridos.

Impactos e desafios das manifestações estudantis nas universidades públicas

As manifestações refletem a insatisfação com as condições de infraestrutura e políticas de permanência nas universidades públicas paulistas. A greve expõe desafios antigos, como a precariedade das moradias estudantis e a necessidade de investimentos para garantir acesso e permanência dos alunos. As ações recentes, que culminaram em confrontos, demonstram a complexidade do diálogo entre autoridades, estudantes e forças de segurança no contexto universitário brasileiro.

Fonte: rss.app

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