Acordo afirma que cada país tem soberania para legislar sobre o tema

Argentina aderiu ao Consenso de Genebra, que nega a existência de direito internacional ao aborto e reconhece a soberania de cada nação.
A Argentina aderiu ao Consenso de Genebra, documento que nega a existência de direito internacional ao aborto.
O acordo, conforme informações disponíveis, estabelece que cada país possui soberania para legislar sobre o tema de forma independente, sem interferência de normativas internacionais que obriguem a legalização ou restrição do procedimento.
O Consenso de Genebra reafirma o princípio de autodeterminação nacional em questões relacionadas à interrupção da gravidez. O posicionamento da Argentina alinha-se com o entendimento de que decisões sobre política abortiva devem ser tomadas pelos próprios Estados, conforme suas realidades políticas, sociais e culturais.
A adesão ocorre em contexto de debate contínuo sobre direitos reprodutivos e regulamentação do aborto em diversos países das Américas. Argentina legalizou o aborto até a 14ª semana de gestação em 2020, após aprovação do Congresso Nacional.
O documento representa posição de diversos países que entendem não haver obrigatoriedade internacional de legalizar o aborto, diferenciando-se de interpretações de outros acordos internacionais de direitos humanos.





