Boulos rebate alegação de fraude de Trump após reeleição de Lula

Presidente dos EUA afirmou que eleição brasileira pareceu fraudada. Ministro respondeu que Brasil não será colônia de ninguém.

Boulos rebate alegação de fraude de Trump após reeleição de Lula
O ministro Guilherme Boulos e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Foto: Reprodução — Foto: O ministro Guilherme Boulos e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump  • Reprodução

Após Trump alegar fraude na eleição brasileira, ministro Guilherme Boulos respondeu em rede social que o Brasil não será colônia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (26) que a eleição brasileira pareceu fraudada. Em resposta, o ministro da Secretaria-Geral da República, Guilherme Boulos (PSOL), rebateu por meio de rede social.

“O Brasil não será colônia de ninguém!”

A apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) confirmou a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo (25). Lula derrotou no segundo turno o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 51,79% dos votos válidos.

Durante entrevista, Trump acrescentou que não apoiou nenhum dos candidatos, mas acompanhou a eleição e afirmou que, para ele, pareceu corrupta. O republicano também disse que gosta do presidente Lula.

Eleitores de cidades da Bahia e de São Paulo relataram uma menor circulação de ônibus no domingo, dificultando o transporte durante a votação. No início da tarde, a campanha de Lula pediu ao TSE que estendesse o horário de votação das 17h às 19h em alguns estados onde as ocorrências foram registradas.

Sem resposta da Justiça eleitoral, a equipe do petista enviou um novo pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) para expandir o horário de votação em todo o território nacional. A campanha de Flávio também tinha feito pedido similar ao TSE, solicitando a extensão do horário em estados afetados pelas fortes chuvas do domingo.

O ministro Cristiano Zanin, do STF, atendeu o pedido do PT e determinou a prorrogação da votação por mais duas horas em todo o país. Menos de 35 mil votos foram registrados no país entre as 17h e 19h, conforme dados do tribunal.

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