País combina volumes significativos de transbordo ilegal com integração em cadeias de abastecimento chinesas

Brasil foi classificado pela Casa Branca como nação com transbordo ilegal significativo e integração profunda em cadeias de abastecimento ligadas à China.
A Casa Branca classificou o Brasil em nível médio em relatório que mapeia nações envolvidas em transbordo ilegal e integração a cadeias de abastecimento chinesas.
Segundo o documento da administração americana, o país combina “volumes significativos de transbordo ilegal com uma integração mais profunda nas cadeias de abastecimento ligadas à China”.
O transbordo ilegal refere-se à prática de reexportar mercadorias originalmente embarcadas de um país para outro, frequentemente para contornar tarifas, sanções ou regulações comerciais. A integração brasileira em cadeias de abastecimento chinesas coloca a nação entre os países monitorados pela Casa Branca em relação a essas operações.
O relatório americano estabelece diferentes níveis de classificação para países conforme o envolvimento em transbordo e as conexões comerciais com a China. Brasil permanece em posição intermediária nesta avaliação, diferenciando-se de nações com maior ou menor envolvimento em tais operações.
A inclusão brasileira no relatório integra esforços dos EUA de mapeamento global de práticas comerciais consideradas irregulares ou que contornam mecanismos regulatórios internacionais. A Casa Branca ampliou o monitoramento dessas operações em meio às tensões comerciais entre Washington e Pequim.





