Diogo Guillen assume economista-chefe do Itaú em julho

Adriano Machado

Ex-diretor do Banco Central Diogo Guillen será o novo economista-chefe do Itaú Unibanco a partir de 1º de julho, sucedendo Mário Mesquita após período de quarentena

Diogo Guillen foi confirmado como novo economista-chefe do Itaú Unibanco a partir de julho, substituindo Mário Mesquita após mais de oito anos na função.

Diogo Guillen economista chefe assume o Itaú Unibanco em julho

O Itaú Unibanco confirmou oficialmente que Diogo Guillen será o novo economista-chefe da instituição, assumindo o cargo a partir de 1º de julho de 2026, após cumprir um período de quarentena. A nomeação marca uma mudança significativa na liderança econômica do banco, que é um dos maiores agentes financeiros do Brasil. Diogo Guillen, renomado economista com sólida experiência, traz ao banco perspectivas alinhadas a seu histórico no Banco Central e na iniciativa privada.

Trajetória profissional e formação de Diogo Guillen

Diogo Guillen é formado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e possui doutorado pela Universidade de Princeton, uma das mais prestigiadas instituições acadêmicas internacionais. Entre 2022 e 2025, exerceu a função de diretor de política econômica no Banco Central do Brasil, onde participou diretamente da formulação e implementação de políticas monetárias e econômicas em um período de grandes desafios para a economia nacional. Antes disso, entre 2015 e 2021, Guillen atuou na área econômica da Asset do Itaú, consolidando sua experiência no setor financeiro privado.

Substituição e legado de Mário Mesquita no Itaú

O atual economista-chefe do Itaú, Mário Mesquita, está no comando da área econômica do banco desde julho de 2016. Ele será sucedido por Diogo Guillen ao final de abril de 2026, mas continuará colaborando como consultor durante a fase de transição, mantendo sua influência no desenvolvimento das análises macroeconômicas do banco. Mesquita foi fundamental para fortalecer a reputação da instituição em pesquisa econômica e liderou a reestruturação do time de macroeconomia e o Research do Itaú, consolidando sua relevância no mercado.

Impactos estratégicos da nova liderança econômica para o Itaú

A chegada de Diogo Guillen representa uma renovação estratégica para o Itaú Unibanco, especialmente em um cenário econômico brasileiro marcado por incertezas e oportunidades. Com a experiência acumulada no Banco Central e no setor privado, Guillen deve trazer análises aprofundadas e uma visão atualizada das políticas econômicas que poderão influenciar decisões internas e orientar clientes e investidores. Essa mudança reforça o compromisso do banco em manter um time de economistas com elevado padrão técnico e capacidade de antecipação das tendências macroeconômicas.

Desafios e expectativas para a gestão de Diogo Guillen

A nomeação de Diogo Guillen ocorre em um momento em que o Brasil atravessa complexidades econômicas, incluindo pressões inflacionárias, ajustes fiscais e volatilidade nos mercados globais. Espera-se que o novo economista-chefe articule estratégias para analisar esses fenômenos e ofereça insights que permitam ao Itaú navegar com segurança nesse ambiente. Além disso, sua experiência na formulação de políticas públicas pode contribuir para um diálogo mais estreito entre o setor financeiro e as autoridades governamentais.

Diogo Guillen assume uma posição de destaque no mercado financeiro brasileiro, com a responsabilidade de manter o Itaú Unibanco na vanguarda das análises econômicas e na oferta de soluções adaptadas às demandas de um contexto dinâmico e desafiador.

Fonte: www.infomoney.com.br

Fonte: Adriano Machado

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