Colunista aponta redução de engajamento em campanhas e presença de símbolos políticos comparado a eleições anteriores

Colunista observa desaparecimento de panfletos, adesivos e bandeiras nas ruas, indicando apatia do eleitorado na campanha eleitoral de 2026
Uma colunista da Gazeta do Povo analisa a redução dramática de participação política visível nas ruas durante as eleições de 2026. A observação inclui desaparecimento de panfletos, carros decorados com adesivos e bandeiras nas janelas, comparado ao clima polarizado de campanhas anteriores.
A autora descreve o contraste com eleições passadas, lembrando de situações de violência política e divisão social. Ela questiona onde foram parar os símbolos visíveis de engajamento que marcavam campanhas anteriores.
De acordo com a colunista, o silêncio observado nas ruas está relacionado a dois fatores principais. O primeiro é que eleitores conhecem suas preferências políticas, mas cansaram de defendê-las publicamente.
O segundo fator diz respeito ao contraste entre estar preocupado com o país e estar animado com um candidato específico. A autora nota que pessoas podem estar angustiadas com a eleição, mas hesitam em curtir ou compartilhar conteúdos políticos nas redes sociais.
Deltan Dallagnol, candidato ao Senado, informou à colunista que observa pessoas mais angustiadas com o resultado presidencial do que em eleições anteriores. Ele atribui o problema não à falta de preocupação, mas à falta de engajamento. Dallagnol aponta o impacto direto das redes sociais, que reduziram a recomendação de conteúdos políticos, tornando quase impossível ultrapassar bolhas informacionais.
Cristina Graeml, também candidata ao Senado, relatou à colunista que o engajamento mais caloroso acontece apenas na reta final das campanhas. Ela descreveu mudanças no padrão de mobilização tradicional em relação a períodos anteriores.



