Setor demitiu 4 mil funcionários após a proibição. Segundo relatos, primeira-dama teria convencido presidente a derrubar sites.

Empresários do setor de apostas online responsabilizam a primeira-dama Janja da Silva pela proibição das bets no Brasil. Setor demitiu 4 mil funcionários.
Empresários do setor de apostas online responsabilizam a primeira-dama Janja da Silva pela proibição das plataformas de bets no Brasil. Segundo relatos, ela teria convencido o presidente a derrubar os sites.
De acordo com informações divulgadas, o setor já demitiu 4 mil funcionários após o decreto que proibiu as operações. Os empresários esperavam conseguir viabilizar as atividades legais das plataformas com a eleição de Flávio Bolsonaro, mas sofreram revés com a decisão do governo.
Conforme os relatos, Janja teria utilizado como argumento que o público apostador não teria mais dinheiro para frequentar shows de cantores apoiadores do governo.
Em outra questão envolvendo apostas, um deputado federal perdeu uma aposta realizada com um colega de plenário e vai pagar R$ 1 milhão. Conforme a Tribuna da Bahia, ambos assinaram acordo em cartório com firma dois dias antes do segundo turno eleitoral. O parlamentar que perdeu havia apostado na vitória de Flávio Bolsonaro.
Também nesta semana, o deputado estadual Carlos Minc (PSB-RJ), ex-ministro do Meio Ambiente, criticou a colega de ALERJ, Índia Armelau (PL), que propôs a patrões a demissão de funcionários que votaram no presidente reeleito. “Isso é República? Nem monarquia, nem despotismo esclarecido é. Isso é despotismo da vingança”, afirmou Minc em seu Instagram.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará pregão de frete para contratar o transporte de 9,9 mil toneladas de milho dos estoques públicos. A disputa ocorrerá na terça-feira (3 de novembro) pelo Sistema Eletrônico da Conab, com ofertas decrescentes de preços e recursos de operações oficiais de crédito.


