Senador defende enquadramento das facções criminosas como organizações terroristas e propõe integração do Brasil ao Escudo das Américas
Flávio Bolsonaro solicitou a Trump que as facções PCC e CV sejam reconhecidas como grupos terroristas e anunciou planos para integrar o Brasil ao Escudo das Américas.
Flávio Bolsonaro pede classificação terrorista para PCC e CV em encontro com Trump
Em encontro realizado no Salão Oval da Casa Branca no dia 26 de maio de 2026, o senador Flávio Bolsonaro pediu ao presidente Donald Trump que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sejam oficialmente classificadas como organizações terroristas. Flávio ressaltou que, enquanto o presidente Lula busca evitar tal classificação, ele faz o contrário, destacando que essas facções atuam como uma espécie de governo paralelo no Brasil.
Proposta de integração do Brasil no Escudo das Américas para 2027
Durante a conversa, Flávio Bolsonaro anunciou que, caso seja eleito, o Brasil integrará a partir de janeiro de 2027 o Escudo das Américas, uma cúpula criada em março de 2026 por Donald Trump. O objetivo dessa aliança é aproximar países da América Latina a Washington para conter a influência da China na região. Atualmente, o Brasil não participa do bloco, que já conta com Estados Unidos, Argentina, El Salvador, Paraguai, Panamá e República Dominicana.
Impacto das parcerias estratégicas na exploração de minerais críticos
O senador também garantiu que seu governo promoverá parcerias estratégicas de longo prazo entre Brasil e Estados Unidos no setor de terras raras e minerais críticos. Esses recursos são fundamentais para diversas tecnologias e setores industriais, e a cooperação bilateral visa fortalecer o desenvolvimento econômico e segurança mineral do país.
Combate internacional às facções criminosas e segurança pública
Flávio Bolsonaro destacou a importância de estabelecer acordos com Estados Unidos, Europa, Israel e Argentina para enfrentar grupos criminosos como PCC e CV, vistos por ele como ameaças estruturadas à segurança nacional. A classificação dessas facções como terroristas facilitaria uma atuação coordenada e mais eficaz contra suas atividades ilícitas.
Contexto político e divergências no tratamento das facções
O pedido do senador ocorre em meio a divergências na abordagem política em relação às facções criminosas, com o governo atual evitando a classificação terrorista. A iniciativa de Flávio Bolsonaro sinaliza uma postura mais firme no combate às organizações criminosas com apoio internacional, reforçando propostas que buscam alterar estratégias de segurança pública no Brasil.





