Senador do PL votou acompanhado da esposa e do governador eleito Douglas Ruas em zona eleitoral na Vila Izabel

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) votou neste domingo no Rio de Janeiro e afirmou que chegou a hora de uma mudança de verdade no país
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) votou neste domingo (25) em uma zona eleitoral no bairro de Vila Izabel, no Rio de Janeiro. Ele compareceu à votação acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e do governador eleito do estado, Douglas Ruas (PL-RJ).
Ao sair do local de votação, o parlamentar afirmou que o Brasil chegou a uma hora decisiva. “Chegou a hora da mudança de verdade, foi assim no primeiro turno e que seja no segundo. O Brasil não aguenta mais quatro anos do jeito que está, a vida de todo mundo piorou. Então, não tem porque continuar insistindo no erro”, declarou sob apoio de eleitores e críticas de movimentos de esquerda.
Flávio Bolsonaro pediu também que os eleitores não deixem de comparecer às urnas em qualquer condição climática. A solicitação ocorre porque as regiões Sudeste e Sul têm previsão de fortes chuvas ao longo do domingo.
Após votar no Rio de Janeiro, o senador retorna a Brasília para acompanhar o restante da votação junto de familiares na casa que utilizou como “QG de campanha” na capital federal. Durante a apuração, Flávio Bolsonaro deve contar com a companhia do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), reeleito ao governo de São Paulo, e do prefeito paulistano Ricardo Nunes (MDB-SP).
Na véspera, durante o último ato de campanha, o senador criticou o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para ele, o petista “promete muito e não entrega nada”. O parlamentar atribuiu à administração federal problemas como o elevado número de projetos inacabados, a carga tributária e os índices de violência no país.
Flávio Bolsonaro também mencionou a situação do Nordeste, região historicamente associada ao apoio eleitoral à esquerda brasileira. Segundo o candidato, aquilo que foi apresentado como esperança durante a campanha de Lula teria se transformado em sentimentos opostos. “E o Brasil se cansou de esperar porque aquilo que foi vendido como esperança, em que se transformou? Transformou-se em medo, desilusão, um número recorde de mulheres assassinadas, um número recorde de projetos inacabados”, afirmou.
O senador também criticou o que classificou como “a maior carga tributária da história do país”, apresentando as declarações como parte de suas críticas à condução do governo federal.



