Candidato ao Governo do Distrito Federal apresentou propostas de formação continuada e aumento de gratificações durante manifestação na Praça do Buriti.

Candidato ao Governo do DF promete abrir mesa permanente de negociação para reestruturar carreira docente e melhorar gratificações.
O candidato ao Governo do Distrito Federal Leandro Grass (PT) esteve na manhã desta quarta-feira (21/10) em ato de professores na Praça do Buriti com propostas para a categoria. Dezenas de docentes compareceram à mobilização, acompanhada por equipes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).
Grass prometeu reestruturar a carreira docente e a carreira PPGE, além de aumentar gratificações para diretores e gestores. Segundo o candidato, abrirá mesa permanente de negociação logo no início de seu governo para discutir estas questões com a categoria.
“No meu governo, vamos reconstruir a carreira docente e reestruturar também a carreira PPGE e ouvir os professores”, afirmou.
“Logo no início do meu governo eu vou abrir a mesa permanente de negociação para reestruturar a carreira. A gente vai melhorar as gratificações para os diretores e gestores”, complementou o petista.
O candidato também anunciou intenção de investir em formação continuada dos professores e de reestabelecer a educação inclusiva no Distrito Federal, com atendimento a crianças atípicas, com altas habilidades e o programa de educação precoce.
“Quero fazer educação de qualidade, uma educação que esteja à altura do país”, disse.
Grass também criticou a governadora Celina Leão (PP), com quem disputa o segundo turno das eleições. Segundo o candidato, a governadora deveria receber comissão do sindicato para entender as demandas da categoria, em vez de colocar polícia e grades ao redor do Palácio do Buriti.
“Digo de novo, o papel de uma governadora ou de um governador é escutar e não atacar a categoria”, acrescentou.
O petista também se pronunciou sobre polêmica envolvendo a deputada distrital eleita Estéfane Sampaio (Republicanos), que pediu a transferência de um aluno do Centro Educacional 6 do Gama por alegado caso de “perseguição ideológica”. Segundo vídeo publicado pela parlamentar, um estudante de 16 anos teria sido perseguido na escola por se declarar de direita. Grass não completou sua fala sobre o assunto no ato.



