Republicano criticou FDA por permitir distribuição de mifepristone pelos Correios nos EUA

Senador dos EUA Josh Hawley apresentou proposta de proibição nacional da mifepristone e cobrou revisão do FDA sobre o medicamento
O senador norte-americano Josh Hawley apresentou uma proposta de proibição nacional da mifepristone, medicamento usado em abortos medicamentosos, aumentando pressão sobre a administração de Donald Trump para concluir a revisão do fármaco.
Segundo reportado pela The Christian Post, Hawley criticou a Food and Drug Administration (FDA) por autorizar a distribuição da mifepristone pelos Correios. O senador afirmou que a agência transformou a distribuição do medicamento em um canal de acesso facilitado.
“A FDA transformou cada caixa de correio em uma Planned Parenthood”, disse Hawley, referindo-se à organização de saúde reprodutiva.
Hawley instou a administração a finalizar a revisão do medicamento, que aguarda decisão há tempo. A proposta do senador visa estabelecer restrições federais à pílula do aborto em nível nacional.
A mifepristone é um dos fármacos mais utilizados para abortos medicamentosos nos Estados Unidos. A droga permite interrupção da gravidez via medicação, oferecendo alternativa aos procedimentos cirúrgicos.
A revisão do FDA sobre a segurança e eficácia da mifepristone tem sido ponto de debate entre políticos e grupos pró-vida. A proposta de Hawley, caso aprovada pelo Congresso, poderia impactar significativamente a disponibilidade do medicamento em todo o país e alterar políticas federais sobre acesso ao fármaco.



