Novas variedades de maçã, ameixa e pitaia buscam aumentar competitividade e responder demandas do setor produtivo paranaense

Instituto de Desenvolvimento Rural lança quatro novas cultivares de frutíferas após anos de pesquisa. Objetivo é ampliar opções de cultivo e competitividade no setor.
Novas cultivares de fruticultura ganham força no Paraná
O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (Iapar-Emater) prepara o lançamento de quatro cultivares inéditas destinadas a impulsionar a fruticultura estadual. Uma maçã, duas ameixas e uma pitaia completam avaliações finais e aguardam o registro no Ministério da Agricultura e Pecuária para chegar aos produtores.
Tecnologia a serviço da competitividade agrícola
Segundo o diretor-presidente do IDR-Paraná, Altair Sebastião Dorigo, as novas variedades representam a consolidação de extensas pesquisas e seleção rigorosa de materiais genéticos. A instituição destaca que cada cultivar foi desenvolvida para combinar elevado desempenho agronômico com a produção de frutos de qualidade superior, atendendo às exigências do mercado consumidor.
As variedades respondem a desafios específicos enfrentados pelo setor: adaptação às condições edafoclimáticas paranaenses, sanidade vegetal, produtividade aumentada e qualidade do produto final. Esse direcionamento técnico reflete a sintonia entre pesquisa institucional e demandas concretas da cadeia produtiva regional.
Investimento em ciência e inovação agrícola
Para a diretora de pesquisa e inovação do IDR-Paraná, Vania Moda Cirino, o desenvolvimento desses materiais reforça a importância do investimento contínuo em pesquisa científica no setor agropecuário. As novas cultivares expandem a sustentabilidade dos sistemas agrícolas e contribuem para elevar a renda das propriedades rurais paranaenses.
Oportunidades no mercado frutícola
O lançamento dessas variedades amplia o portfólio de opções disponível aos produtores, favorecendo a diversificação e a redução de riscos na exploração agrícola. Com características adaptadas ao clima e solo locais, as cultivares tendem a otimizar investimentos e retornos econômicos nas propriedades frutícolas do Estado.
A conclusão do processo de registro junto às autoridades competentes marcará o início da transferência tecnológica para o mercado.





