Além dos homicídios, dezenas de líderes religiosos foram presos no país no que autoridades chamam de onda de perseguição

Irã matou 33 ministros cristãos e prendeu dezenas de outros em uma onda de perseguição que agrava a situação da igreja perseguida
O Irã matou 33 ministros cristãos e prendeu dezenas de outros em operações de perseguição religiosa, de acordo com informações sobre a situação da comunidade cristã no país.
Os homicídios e prisões fazem parte de uma onda de perseguição que intensifica os ataques contra líderes religiosos. As detenções abrangem dezenas de pessoas ligadas à fé cristã no território iraniano.
A situação da igreja perseguida se agrava com os novos casos. Organizações de direitos humanos e grupos de monitoramento religioso acompanham as ações do governo iraniano contra minnorias religiosas.
Os ministros mortos e presos atuavam em congregações cristãs espalhadas pelo Irã. As operações refletem a política de restrição às práticas religiosas fora do islamismo oficial do Estado iraniano.
A comunidade cristã internacional expressa preocupação com a escalada. Relatos anteriores já documentavam perseguição contra cristãos no país, mas os números divulgados desta vez representam uma intensificação significativa.





