Organização Iran Alive Ministries relata ao menos 33 ministros mortos nos últimos meses

Governo iraniano intensifica repressão contra igrejas subterrâneas, resultando em detentores e morte de líderes religiosos, segundo entidade de direitos humanos
Pelo menos 33 ministros cristãos foram mortos e mais de 130 detidos no Irã nos últimos meses devido à intensificação da perseguição governamental contra igrejas domésticas, segundo a organização Iran Alive Ministries.
A repressão contra as congregações subterrâneas ocorreu após protestos civis no país asiático. Conforme a entidade, o governo iraniano intensificou as ações contra o movimento de igrejas caseiras.
Os dados foram divulgados pela Iran Alive Ministries, que monitora situações de perseguição religiosa na região. A organização não especificou período exato dos eventos, mas indicou concentração dos casos nos últimos meses.
As operações incluíram prisões de líderes religiosos e membros de comunidades cristãs que se reúnem de forma clandestina no país. As igrejas domésticas funcionam sem registro oficial e operam em sigilo devido às restrições legais iranianas às práticas cristãs independentes.
O Irã mantém legislação restritiva para religiões minoritárias e proíbe conversão do islamismo para outras fés. Cristãos no país enfrentam limitações legais para praticar sua religião publicamente e são monitorados pelas autoridades.



