Campanha de conscientização destaca crescimento de casos de hepatite B e C no estado entre 2019 e 2025

Julho Amarelo chama atenção para hepatite no Paraná. Estado registrou 7.288 casos de hepatite B e 5.069 de hepatite C entre 2019 e 2025.
Julho Amarelo alerta para riscos da hepatite no Paraná
A campanha Julho Amarelo intensifica a conscientização sobre a hepatite no Paraná, focando na prevenção e diagnóstico precoce das principais formas virais da doença. Os números registrados no estado entre 2019 e 2025 evidenciam a importância contínua dessa mobilização junto à população.
Hepatite B lidera casos confirmados
A hepatite B apresenta o maior volume de diagnósticos confirmados no período analisado. Com 7.288 casos registrados entre 2019 e 2025, a doença representa a forma mais prevalente no estado, mantendo-se como foco prioritário de ações de saúde pública. A transmissão ocorre principalmente por contato com sangue contaminado, durante relações sexuais desprotegidas ou de mãe para filho.
Hepatite C segue com índices preocupantes
A hepatite C, com 5.069 casos confirmados no mesmo período, também exige vigilância constante. A doença é transmitida primariamente através do contato com sangue contaminado, podendo levar a complicações graves como cirrose hepática quando não tratada adequadamente. Os pacientes diagnosticados contam com opções terapêuticas modernas que aumentam significativamente as chances de cura.
Importância do diagnóstico precoce
O diagnóstico em estágios iniciais da infecção permite intervenção terapêutica mais efetiva e reduz riscos de progressão para formas crônicas severas. A campanha Julho Amarelo estimula a população a procurar testes gratuitos oferecidos pela rede pública de saúde, especialmente indivíduos com fatores de risco identificados.
Ações de prevenção no estado
As unidades de saúde paranaenses intensificam durante julho a oferta de vacinação contra hepatite B, particularmente para grupos vulneráveis e profissionais de saúde. A educação permanente sobre práticas seguras complementa as estratégias de proteção contra essas infecções virais.
Perspectivas futuras
O monitoramento continuado de novos casos e a implementação de políticas públicas de acesso universal a testes e tratamentos permanecem prioritários para reduzir a incidência de hepatite no Paraná nos próximos anos.





