Manifestantes se reúnem na Praça João Botelho para pressionar aprovação do Projeto de Lei 896/2023

Mulheres se reuniram em Curitiba para pressionar a votação do Projeto de Lei 896/2023, que visa criminalizar comportamentos de misoginia no estado.
Manifestação cobra avanço do PL da misoginia
Mulheres se reuniram na manhã de domingo em Curitiba para pressionar a aprovação do Projeto de Lei 896/2023, que busca criminalizar a misoginia. O ato, realizado na Praça João Botelho, evidencia a persistência de movimentos feministas em colocar o tema em debate na agenda política estadual.
Projeto de Lei 896/2023 e seu alcance
O PL da misoginia representa uma tentativa legislativa de tipificar comportamentos discriminatórios contra mulheres como crime. A proposta ganha força em estados onde organizações feministas mobilizam bases para pressionar representantes políticos, transformando a demanda em foco de ativismo direto nas ruas.
Pressão social intensifica debate
Manifestações como a de domingo refletem estratégia de visibilidade adotada por movimentos de defesa dos direitos das mulheres. Concentrar-se em espaços públicos centrais amplifica a mensagem e busca impulsionar votações travadas em comissões ou plenários legislativos.
Contexto político e próximos passos
A aprovação de projetos dessa natureza enfrenta resistências institucionais e debates sobre definições legais precisas de misoginia. A mobilização de rua tenta contrapesar essas dificuldades, criando pressão política que incentive legisladores a pautar e votar a matéria.
Movimento feminista em Curitiba
Curitiba concentra diversos núcleos de ativismo feminista que historicamente utilizam espaços públicos para campanhas legislativas. O domingo marcou mais uma ação coordenada nessa frente, evidenciando continuidade na luta por políticas de proteção às mulheres.





