Polícia Civil do Paraná cumpre mandados em Cafelândia e apreende material de abuso infantojuvenil e munições irregulares

PCPR prende dois homens em operação contra crimes sexuais em Cafelândia. Um preso por material de abuso infantojuvenil; outro por posse irregular de munições.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prende crimes sexuais em operação realizada em Cafelândia no Oeste paranaense. Durante ação executada na quarta-feira (24), dois homens foram detidos por práticas criminosas distintas, com destaque para apreensão de material de abuso envolvendo menores de idade.
Investigação sobre abuso sexual infantojuvenil
O caso teve origem em denúncias relatando que o principal investigado teria filmado duas filhas, de 10 e 4 anos, durante o banho, além de perpetrar atos sexuais contra as crianças. O suspeito também é acusado de ameaçar a ex-companheira. Essas condutas enquadram-se como estupro de vulnerável e descumprimento de medida protetiva de urgência.
Durante cumprimento dos mandados judiciais, policiais localizaram aparelho celular com material de abuso envolvendo as duas vítimas. O dispositivo será submetido a perícia para subsidiar investigação dos crimes de estupro em andamento.
Prisão e apreensões realizadas
O homem investigado por abuso foi preso em flagrante por armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. A detenção ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão.
Em residência diversa, segundo informações da PCPR, outro indivíduo foi preso por posse irregular de munições de uso permitido e de uso restrito, violando legislação federal sobre armas.
Coordenação judiciária
Os mandados foram expedidos pela Justiça no contexto de investigação criminal complexa envolvendo múltiplos delitos. O delegado Lucas Santana coordenou a operação, destacando a importância da apreensão de evidências digitais para elucidação dos crimes investigados.
A ação integra esforços continuados da polícia no combate a crimes contra crianças e adolescentes no Estado do Paraná, reafirmando prioridade institucional na proteção de menores.





