Polícia Civil prende 6 por compartilhar abuso infantojuvenil

Operação em oito estados combate consumidores de material de exploração sexual de crianças e adolescentes através do Telegram

Polícia Civil prende 6 por compartilhar abuso infantojuvenil
Operação integrada de proteção à infância e repressão de crimes digitais. Foto: Polícia Civil do Paraná

Seis indivíduos foram presos em operação que investiga o compartilhar material de abuso sexual infantojuvenil em plataformas digitais.

Operação prende seis investigados por compartilhar material de exploração infantil

A Polícia Civil do Paraná prendeu seis pessoas investigadas por compartilhar material de abuso infantojuvenil em operação deflagrada em oito estados na manhã de 23 de junho. A ação integrada representa a terceira fase de investigações que reforçam o combate a crimes praticados no ambiente digital.

Origem da investigação e período de andamento

O caso teve origem na Delegacia de Palmas, conduzido pelo Núcleo de Investigações Qualificadas da Divisão Policial do Interior. Os trabalhos periciais foram realizados pela Polícia Científica do Paraná, analisando dados extraídos de um smartphone apreendido durante a primeira fase da operação, ocorrida em fevereiro de 2025.

Evidências digitais e identificação de suspeitos

As análises revelaram a troca de material de abuso através da plataforma Telegram. A empresa forneceu dados que permitiram identificar oito indivíduos com domicílios distribuídos em múltiplas jurisdições: Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Ceará, Pernambuco e Distrito Federal.

Estrutura de apoio policial e técnico

A investigação contou com suporte do Laboratório de Operações Cibernéticas, vinculado à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência, além de colaboração com a Secretaria Nacional de Segurança Pública e o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Essa estrutura interinstitucional potencializa o enfrentamento de crimes cibernéticos contra menores.

Importância das ações coordenadas

Operações deste porte demonstram a articulação entre órgãos estaduais e federais no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes. A utilização de perícias forenses e análise de dados é fundamental para desarticular redes que compartilham material ilegal nas redes digitais.

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