Investigação em Cruzeiro do Oeste revela perseguição, ameaças e monitoramento após término de relacionamento

Homem de 21 anos foi preso em flagrante por perseguição, ameaças e monitoramento de adolescente de 16 anos após término de relacionamento.
Prisão em flagrante por violência psicológica contra adolescente
A Polícia Civil do Paraná prendeu um homem de 21 anos por violência psicológica contra adolescente de 16 anos na sexta-feira (19), em Cruzeiro do Oeste. A operação resultou da investigação de denúncias que apontavam perseguição sistemática e ameaças após o término do relacionamento entre os envolvidos.
Monitoramento constante e perseguição
Conforme a apuração policial, o suspeito realizava vigilância contínua da vítima próximo à sua residência e instituição de ensino. O comportamento configurava assédio moral reiterado, caracterizando crime de violência psicológica com potencial para evoluir para delitos mais graves.
A delegada Ana Claudia Barbosa destacou que o monitoramento era acompanhado por mensagens com conteúdo intimidatório enviadas por aplicativo de celular.
Ameaças que incluem terceiros
As mensagens continham menções expressas ao uso de arma de fogo, referências a organizações criminosas e ameaças de morte extensivas a pessoas próximas à adolescente. Esse padrão de comportamento revelou risco significativo à integridade física e psicológica da vítima e seu círculo convivencial.
A escalada das ameaças justificou a urgência da ação policial e a decisão de prisão imediata.
Representação pela preventiva
Após ser ouvido em procedimento de polícia judiciária, a autoridade policial ratificou a prisão e representou ao Poder Judiciário pela conversão da prisão preventiva, sem arbitramento de fiança. A medida visa garantir a ordem pública e resguardar a segurança da adolescente.
O homem foi encaminhado ao sistema penitenciário para aguardar desdobramentos processuais.
Compromisso institucional
A ação reafirma o compromisso da instituição no enfrentamento à violência contra mulheres e adolescentes. A polícia recomenda que vítimas de perseguição, ameaças ou monitoramento realizem denúncias imediatas aos órgãos competentes, que possuem protocolos específicos para esse tipo de crime.





