Candidato pelo PL afirma que Brasil não deve se alinhar automaticamente a potências mundiais durante comício em Natal

Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, declarou que adotará postura pragmática economicamente com a China caso eleito.
Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, afirmou que adotará uma relação “pragmática economicamente” com a China caso seja eleito. A declaração foi feita durante comício em Natal, Rio Grande do Norte, no dia 21 de setembro.
Durante o evento, Flávio Bolsonaro destacou que sua abordagem em relação à política externa será guiada pelo pragmatismo econômico e enfatizou que o Brasil não deve se alinhar automaticamente a nenhuma potência mundial.
“Minha relação vai ser sempre pragmática economicamente. Vamos fazer o que for melhor para a nação brasileira, diferente do atual governo, que declara guerra aos Estados Unidos e lambe bota da China. O Brasil é muito maior que isso. A gente não tem que escolher um lado.”
Flávio Bolsonaro criticou a postura do governo atual, afirmando que sua administração buscaria equilíbrio nas relações internacionais. Segundo o candidato, a política externa deve ser orientada pelos interesses nacionais, não por alinhamentos automáticos com outras nações.
A declaração ocorre em meio a discussões sobre qual seria a política externa de um eventual governo sob sua liderança. O posicionamento reflete a tentativa de Flávio Bolsonaro de se apresentar como um candidato que busca o interesse nacional acima de alinhamentos predefinidos com potências mundiais.





