Aliados de Flávio apontam procuradora e ministro como favoritos para STF

Inês Coimbra e Jorge Oliveira são especulados para vagas na Corte caso senador vença eleição presidencial

Aliados de Flávio apontam procuradora e ministro como favoritos para STF
Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. Foto: Estadão Conteúdo — Foto: Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência  • ESTADÃO CONTEÚDO

Assessora de Tarcísio e ministro do TCU são considerados os nomes mais fortes para futuras vagas no Supremo Tribunal Federal.

Assessora do governador de São Paulo Inês Coimbra e o ministro Jorge Oliveira, do Tribunal de Contas da União (TCU), são apontados por aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) como favoritos para vagas no Supremo Tribunal Federal (STF) caso ele vença as eleições presidenciais.

Segundo apuração junto ao entorno de Flávio, Inês Coimbra, chefe da Procuradoria-Geral do governo de São Paulo, seria a mais forte para suceder a ministra Cármen Lúcia, que completará 75 anos em abril de 2029 e se aposentará compulsoriamente.

O entorno de Flávio aposta que o nome de Inês Coimbra ganharia força em caso de vitória eleitoral porque contaria com o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de quem é assessora direta, e do ministro André Mendonça, com quem mantém uma relação próxima.

Jorge Oliveira já teve o nome especulado para o Supremo em 2020, quando era assessor de Jair Bolsonaro (PL) e de Eduardo Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Naquela ocasião, o ex-presidente optou por indicá-lo ao TCU. A avaliação entre aliados de Flávio é que, após a passagem pela Corte de contas, Jorge Oliveira teria mais condições políticas para ser aprovado a um assento no Supremo.

Fatores como a ausência de idade avançada beneficiam ambos os nomes. Segundo o entorno de Flávio, a juventude relativa de Inês Coimbra e Jorge Oliveira permitiria que permanecessem no STF por mais de 20 anos caso fossem escolhidos para a Corte.

Ministros do STF completam 75 anos e se aposentam compulsoriamente conforme determinação constitucional. A regra garante renovação periódica da composição da Corte ao longo do tempo.

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