Ex-companheiro mata mulher com tiro na cabeça durante culto em Cambuci

Jocilerne Oliveira, 49, foi assassinada na Assembleia de Deus na noite de sexta-feira. Suspeito tinha medida protetiva contra ele.

Ex-companheiro mata mulher com tiro na cabeça durante culto em Cambuci
Mulher é morta com tiro na cabeça durante culto em Cambuci. Foto: Redes Sociais — Mulher é morta com tiro na cabeça durante culto em Cambuci (Foto: Redes Sociais)

Jocilerne Oliveira, 49, foi morta com disparo durante culto na Assembleia de Deus em Cambuci na noite de sexta-feira (25).

Jocilerne Oliveira, de 49 anos, foi morta com um tiro na cabeça enquanto participava de um culto na Assembleia de Deus em Três Irmãos, distrito de Cambuci, no Noroeste Fluminense, na noite de sexta-feira, 25 de setembro.

O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima. Segundo a Polícia Civil, Jocilerne já possuía uma medida protetiva contra ele antes do crime, indicando que havia um histórico anterior que levou a vítima a buscar proteção judicial.

De acordo com a investigação, o homem entrou no templo durante a reunião religiosa e efetuou o disparo. Jocilerne morreu no local. Ela congregava naquela Assembleia de Deus e estava acompanhada de familiares e outros fiéis, conforme relatos de veículos da região.

Testemunhas afirmaram que o suspeito teria entrado na igreja usando um capacete de motociclista, embora esses detalhes ainda não tenham sido confirmados oficialmente pela Polícia Civil.

Após o disparo, policiais militares do 36º BPM iniciaram buscas e localizaram o suspeito em uma residência na localidade de Funil, também em Cambuci. A Polícia Civil informou que ele foi levado à delegacia e preso em flagrante por feminicídio. A ocorrência passou pela 142ª DP de Cambuci, enquanto informações fornecidas pela corporação indicam que o flagrante foi formalizado na 136ª DP de Santo Antônio de Pádua.

A existência da medida protetiva é um dos principais pontos ainda sem esclarecimento público. Não foram divulgados até agora a data em que a proteção foi concedida, o motivo que levou Jocilerne a solicitá-la nem se havia registros anteriores de descumprimento por parte do suspeito. Também não foi informado se a liderança da igreja sabia da medida protetiva ou de ameaças anteriores contra Jocilerne. O caso foi encaminhado à Justiça e continua sob investigação.

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