Presidente afirmou atender pedido de milhões de brasileiros e de companheiros do PT pela decisão do divórcio

O presidente Lula reuniu a imprensa para anunciar seu divórcio de Janja, afirmando atender solicitações de milhões de brasileiros
O presidente Lula convocou coletiva de imprensa na qual anunciou sua separação de Janja. Conforme relato do presidente, a decisão respondeu ao pedido de milhões de brasileiros, seus filhos e companheiros do Partido dos Trabalhadores.
“Atendendo ao pedido de milhões de brasileiros, dos meus filhos e dos cumpanheiro do PT, decidi me divorciar da dona Rosângela aqui”, disse o presidente ao lado de Janja durante o evento.
Janja demonstrou apoio à decisão. A ex-primeira-dama declarou que o aspecto mais relevante era defender a democracia. “O mais importante é defender a democracia”, afirmou.
Durante a coletiva, o casal removeu suas alianças e assinou os documentos do divórcio na presença de jornalistas e fotógrafos. A cerimônia de assinatura foi conduzida conforme protocolo formal.
O presidente justificou a separação ao responder pergunta de jornalista sobre os motivos da decisão. Lula alegou questões de despesas e compatibilidade pessoal como fatores para o divórcio.
Ao tomar conhecimento das justificativas apresentadas, Janja reagiu de forma inesperada durante a coletiva. Conforme relato, a ex-primeira-dama tomou o microfone e abordou questões de desconforto acumuladas durante os anos de matrimônio. Agentes da Polícia Federal intervieram na situação.
Após o incidente, Janja dirigiu-se ao Palácio da Alvorada para organizar sua partida. Segundo informações divulgadas à imprensa, a ex-primeira-dama teria utilizado aeronave da Força Aérea Brasileira para deixar o país. O destino informado foi a França, onde teria procurado apoio pessoal.
O Governo da França não confirmou a chegada de Janja ou oferecimento de qualquer assistência. A localização atual da ex-primeira-dama permanecia desconhecida no momento do relato.
A campanha presidencial de Lula indicou que aguardava dados de novas pesquisas de opinião pública para avaliar impacto da separação na aprovação do presidente. Conforme estimativa divulgada pela campanha, espera-se variação de treze a vinte e dois pontos percentuais nas próximas medições.



