Ubiratan Sanderson afirma que ação não é vingança e destaca importância de Flávio Bolsonaro na presidência do Senado

Senador eleito pelo Rio Grande do Sul afirmou que impeachment de ministros do STF é necessário, não vingança, e destacou eleição de Flávio Bolsonaro
O senador eleito Ubiratan Sanderson afirmou em entrevista que a possibilidade de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal não é um projeto de vingança, mas sim uma avaliação política necessária. A declaração foi feita ao Jornal da Oeste em 7 de outubro de 2026.
Sanderson discutiu a nova composição do Congresso Nacional e expressou sua opinião sobre a permanência de ministros do STF em seus cargos.
“Eu, sinceramente, não vejo mais condições morais para que dois ou três ministros permaneçam.”
O senador eleito pelo Rio Grande do Sul enfatizou que a definição da presidência da Câmara Alta é crucial para o avanço dos processos de impeachment. Segundo ele, a eleição de Flávio Bolsonaro representa um passo importante para a organização política de 2027.
“A organização passa pela eleição de Flávio Bolsonaro e de um presidente do Senado digno, honrado, que cumpra a Constituição e não tenha rabo preso.”
Além do impeachment, Sanderson mencionou a necessidade de reformas no governo, como o fim do foro privilegiado, a discussão sobre a reeleição e a modernização do estamento público. O senador eleito criticou a política que caracterizou como populista e irresponsável.
“Essa parceria entre Lula, Alexandre de Moraes e aquela turma ali não tem mais nenhuma chance de progredir.”
O impeachment de ministros do STF segue procedimento previsto na Constituição Federal, que exige votação na Câmara dos Deputados para autorização de processo e votação no Senado Federal para condenação. O presidente do Senado tem papel relevante na condução desses processos.



