Dez anos após goleada de 7 a 1, Brasil enfrenta Haiti na Copa 2026

Seleção busca primeira vitória no torneio e reencontra adversário da Copa América Centenário com três atletas em comum

Dez anos após goleada de 7 a 1, Brasil enfrenta Haiti na Copa 2026
Gabigol comemora gol marcado contra Haiti em 2016. Foto: Alex Menendez/LatinContent via Getty Images

Brasil e Haiti se reencontram nesta sexta-feira (19) na Copa do Mundo 2026. Dez anos atrás, a seleção venceu por 7 a 1 na Copa América Centenário.

O reencontro entre Brasil e Haiti na Copa do Mundo 2026

A seleção brasileira enfrenta o Haiti na noite desta sexta-feira (19 de junho), às 21h30 (horário de Brasília), buscando sua primeira vitória na Copa do Mundo de 2026. O confronto marca um reencontro entre as equipes após uma década, desde o embate disputado durante a fase de grupos da Copa América Centenário, realizada em 2016.

A goleada memorável de uma década atrás

Em 2016, no Estádio Camping World em Orlando, nos Estados Unidos, o Brasil conquistou uma vitória avassaladora contra o Haiti com placar de 7 a 1. A performance da seleção foi liderada por Philippe Coutinho, meia que atuava pelo Liverpool na época e marcou três gols no confronto. Além do hat-trick do atleta que depois brilharia em outras competições, Renato Augusto contribuiu com dois gols, enquanto Gabigol e Lucas Lima completaram o festival ofensivo brasileiro.

Legado do passado: jogadores que seguem nas seleções

Entre os 26 atletas convocados pela seleção brasileira para a atual Copa do Mundo, cinco estavam presentes naquela partida decisiva. Alisson, Marquinhos e Casemiro iniciaram como titulares na ocasião, enquanto Douglas Santos e Fabinho permanecem no elenco como opções de banco. Do lado haitiano, apenas dois jogadores continuam ligados à seleção: o goleiro Johny Placide, que mantém sua posição como primeiro guardião, e Duckens Nazon, maior artilheiro histórico do país com 44 gols em sua carreira, atualmente atuando como reserva após a derrota recente para a Escócia por 1 a 0.

O contexto desafiador de 2016 e as aspirações atuais

Cabe ressaltar que a Copa América Centenário de 2016 representou um período turbulento para o Brasil. Apesar da vitória demolidora contra o Haiti, a seleção foi eliminada ainda na fase de grupos após sofrer derrota de 1 a 0 para o Peru. Sob o comando técnico de Dunga, a equipe alcançou a nona posição geral no torneio, marcando o pior desempenho da história da seleção brasileira na competição continental.

O contexto atual difere significativamente daquele cenário. O Brasil chega à Copa do Mundo 2026 com objetivos bem definidos e esperança renovada. O confronto contra o Haiti representa a oportunidade de iniciar a competição de forma positiva, consolidando a campanha que se projeta para as fases posteriores do torneio.

A importância do resultado para o Brasil

Além do aspecto técnico, o resultado desta sexta-feira carrega peso psicológico importante para a trajetória da seleção na Copa. Uma vitória consolidaria a confiança interna e ofereceria uma base sólida para os próximos compromissos do grupo. O Haiti, por sua vez, tentará surpreender e reverter o histórico desfavorável em confrontos contra equipes de maior tradição.

O duelo entre Brasil e Haiti desta sexta-feira não representa apenas um jogo isolado, mas um momento que conecta passado e presente da seleção brasileira. A evolução tática, a maturidade dos jogadores e as mudanças implementadas no comando técnico refletem os dez anos que separam os dois encontros, enquanto o objetivo permanece o mesmo: triunfar e avançar no torneio de maior prestígio do futebol mundial.

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