Administrado pelo deputado André Janones, o WhatsApp cresceu 400 mil inscritos em 40 minutos na terça-feira à noite

O canal ultrapassou 6 milhões de seguidores a cinco dias do segundo turno presidencial, administrado por André Janones
O canal de WhatsApp “Exército do Lula” ultrapassou a marca de 6 milhões de seguidores na noite de terça-feira (20/10), a cinco dias do segundo turno das eleições presidenciais. Administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o grupo é utilizado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Às 22h30, a página somava 6,3 milhões de inscritos.
Janones comemorou o marco em vídeo publicado nas redes sociais. Segundo o deputado, o canal cresceu 400 mil pessoas em 40 minutos após ele pedir aos seguidores que convidassem mais um inscrito.
“Eu tô simplesmente incrédulo com o que acabou de acontecer. O canal Exército do Lula vinha crescendo 100, 200 mil pessoas por dia. Ele tinha 5,6 milhões de pessoas até 50 minutos atrás. Eu pedi para todo mundo que está lá para trazer mais um inscrito, que a meta era até amanhã, meio-dia, bater 6 milhões. Em 40 minutos, o canal cresceu 400 mil pessoas e hoje somos 6 milhões de soldados do Lula”, afirmou Janones.
O deputado anunciou que o canal permanecerá fechado até atingir 7 milhões de seguidores, com expectativa de alcançar essa marca até o meio-dia de quarta-feira (21/10). Segundo Janones, ao atingir esse objetivo, ele apresentará uma análise matemática sobre as perspectivas eleitorais.
“O canal está fechado e ele só será reaberto quando bater 7 milhões de pessoas. E nós temos até amanhã meio-dia para isso. E se isso acontecer eu vou provar para vocês, matematicamente, que o Lula está reeleito. Eu vou provar para vocês, eu vou explicar o porquê eu cheguei a essa conclusão e vou contar a última grande missão desse segundo turno que vai sacramentar a vitória do Lula”, prometeu.
O “Exército do Lula” havia atingido a marca de 5 milhões de seguidores no domingo (17/10), conforme informado pelo deputado. O canal funciona como ferramenta de mobilização de eleitores antes da segunda votação presidencial.



