Levantamento do Tribunal Superior Eleitoral mostra que 20 nomes conhecidos da música evangélica ficaram na suplência ou sem eleição

Vinte nomes da música gospel e do pastorado ficaram fora do mandato após as eleições de 2026. Alguns seguem na suplência, enquanto outros não se elegeram.
Nomes conhecidos da música gospel e do pastorado ficaram fora do mandato nas eleições de 2026, conforme apontam dados da Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com o levantamento, dez cantores gospel não conquistaram cadeira como titulares, permanecendo na suplência. Entre eles, Mara Lima recebeu 41.133 votos para deputada estadual pelo Paraná, ficando na suplência. Davi Sacer obteve 40.088 votos para deputado federal por São Paulo, também na condição de suplente.
Marcelo Aguiar registrou 37.585 votos como suplente para deputado estadual em São Paulo. Samuel Santos alcançou 26.087 votos como suplente a deputado federal por Goiás. Os demais cantores — Elaine Martins, Cristina Mel, Noemi Nonato, Gisele Nascimento, Vanilda Bordieri e Michele Nascimento — também permaneceram na suplência em suas respectivas candidaturas estaduais e federais.
Entre pastores e líderes evangélicos, o resultado foi ainda mais desafiador. Marcelo Crivella (PL-RJ), ex-prefeito do Rio de Janeiro, recebeu 539.598 votos para o Senado, mas não se elegeu. Eli Borges obteve 271.829 votos na disputa ao Senado por Tocantins, também sem êxito na candidatura. Aava Santiago registrou 123.311 votos para deputada federal por Goiás, não conquistando mandato.
Silas Câmara, Cezinha de Madureira e Gilberto Nascimento ficaram na suplência como candidatos a deputado federal por seus respectivos estados. Missionário José Olímpio, Pastor Eurico, Pastor Gilvan Costa e Pastor Wellington do Pinheiro não se elegeram em suas candidaturas.
Os suplentes permanecem vinculados à ordem estabelecida pelo partido ou federação, conforme explicam especialistas em direito eleitoral. Uma eventual convocação durante a legislatura depende da abertura de vaga por desistência, morte ou incompatibilidade do titular. A votação recebida não garante posse automática.



