Apenas dois ex-jogadores de futebol elegem-se deputados em 2026, enquanto Edmundo, Marcelinho Carioca e Luxemburgo não conseguem mandato

Ex-goleiro Danrlei e ex-atacante Bobô conquistam mandatos como deputados, enquanto 13 outros nomes ligados ao futebol ficam de fora do Congresso
Apenas dois ex-jogadores de futebol conquistaram mandatos nas eleições de 2026, enquanto 13 outros nomes ligados ao esporte ficaram fora do Congresso em disputa realizada neste ano.
O ex-goleiro Danrlei (PSD-RS), ídolo do Grêmio, foi eleito deputado federal com 105.017 votos. Pela equipe gaúcha, conquistou a Copa Libertadores de 1995 e o Campeonato Brasileiro de 1996.
O ex-atacante Bobô (PCdoB), ídolo do Bahia, conquistou uma cadeira de deputado estadual com 70.898 votos. Pelo clube baiano, foi campeão brasileiro em 1988.
Entre os que não conseguiram vaga estão ex-jogadores e o ex-treinador Vanderlei Luxemburgo (Podemos-TO), que disputou o Senado pelo Tocantins. Nomes ligados a clubes como Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Internacional, Santa Cruz, Sport, Botafogo e Fluminense também ficaram fora da lista de eleitos.
O ex-jogador Marcelinho Carioca (Republicanos-DF), aos 55 anos, foi candidato a deputado distrital pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. Ele recebeu 2.494 votos. Ídolo do Corinthians, participou de eleições desde 2010, passando por PSB, PT e PSL até chegar ao Republicanos, sem conquistar mandato.
Edmundo (PSDB-RJ), conhecido como “Animal” e ex-jogador do Palmeiras, também não conseguiu vaga na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro, com 35.725 votos.
Aos 74 anos, Luxemburgo levou sua experiência como ex-técnico da Seleção Brasileira para a disputa pelo Senado. Recebeu 67.987 votos e terminou em sétimo lugar no Tocantins. Encerrou a carreira como treinador em 2023 com o Corinthians e vive há cerca de sete anos no estado, onde é proprietário da TV Jovem, afiliada da Record. Fora do Tocantins, mantém uma indústria de cachaça em Alagoas e empresas do ramo imobiliário em São Paulo e Rio de Janeiro.



