Andrei afirmou a Fachin que documentos eram análises regulares de inteligência encaminhadas por ordem de Moraes

Diretor-geral da Polícia Federal negou a Luiz Fux que houve monitoramento do ministro Mendonça e defendeu os relatórios como análises de inteligência.
O diretor-geral da Polícia Federal negou que houve monitoramento do ministro Ricardo Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, informou Luiz Fux ao receber o diretor nesta quinta-feira (11).
Segundo o diretor-geral, os documentos eram análises regulares de inteligência. Os relatórios foram encaminhados ao STF por ordem do ministro Alexandre de Moraes, de acordo com a defesa apresentada.
A negativa foi feita durante encontro na corte, quando o diretor-geral buscou esclarecer a origem e o caráter dos documentos que geraram questionamentos sobre possível atuação da instituição na investigação do ministro.
O diretor-geral caracterizou os relatórios como produtos de rotina de inteligência da PF, sem finalidade específica de investigação direcionada. Afirmou que a documentação seguiu protocolos regulares e foi compartilhada conforme orientação do ministro Moraes.
A conversa ocorre em momento de tensão no STF relacionada a possíveis atividades de monitoramento envolvendo membros da corte. O diretor-geral buscou demonstrar conformidade institucional da PF com as determinações do tribunal.
O encontro teve participação de Luiz Fux, presidente do STF, que recebeu as explicações do diretor-geral sobre os procedimentos adotados.





