Investimento em custeio de estruturas do SUS será repassado em parcelas mensais até dezembro, ampliando recursos para 14 instituições públicas e filantrópicas

Governo do Estado e Prefeitura de Curitiba anunciam R$ 58,2 milhões para custeio de hospitais do SUS, sendo R$ 34 milhões estaduais e R$ 24,2 milhões municipais
O repasse financeiro de R$ 58,2 milhões para hospitais SUS em Curitiba marca novo reforço na infraestrutura de saúde da capital paranaense. A decisão foi anunciada em 30 de junho pela Secretaria da Saúde do Estado e Prefeitura, com disponibilidade dos recursos a partir de 1º de julho.
Composição e distribuição do investimento
O valor total é resultado da soma entre R$ 34 milhões do Governo do Estado e R$ 24,2 milhões da administração municipal. A Secretaria da Saúde (Sesa) elevou seu repasse mensal de R$ 6,3 milhões para R$ 9,7 milhões, com base na deliberação da Comissão Intergestores Bipartite do Paraná (CIB-PR) nº 209/2026. A mesma decisão autorizou transferências para os municípios de Londrina, Apucarana, Santa Izabel e Terra Boa, evidenciando uma política de descentralização de recursos.
Alcance da ação nas instituições hospitalares
O repasse beneficia 14 hospitais, entre públicos e filantrópicos, que juntos somam 2.657 leitos destinados ao SUS. Essas instituições respondem por 96% de todos os internamentos realizados pelo sistema público em Curitiba. Em 2025, foram responsáveis por 181.045 do total de 188.128 internamentos registrados.
Análise do impacto fiscal
O aumento do repasse mensal estadual representa crescimento de 54% nos recursos destinados ao custeio hospitalar. A complementação municipal reforça a agenda de fortalecimento da rede pública de saúde local. O calendário de parcelamento até dezembro permite planejamento mais seguro das operações hospitalares para os próximos seis meses.
Contexto da gestão estadual
A ação integra a linha de apoio do governo estadual à saúde de Curitiba, conforme informações da administração. O investimento em hospitais filantrópicos também reflete estratégia de expansão da capacidade instalada sem expansão direta de custos estruturais permanentes, aproveitando parcerias com entidades privadas de caráter público.





