Joseph Manzi usou dízimos para financiar luxo pessoal e enfrenta até cinco anos de prisão

Ex-tesoureiro Joseph Manzi admitiu desvio de mais de US$ 1 milhão da Igreja de São Leão Magno para gastos pessoais.
Entenda o caso do ex-tesoureiro que desvia mais de 1 milhão
Joseph Manzi, ex-tesoureiro da Igreja de São Leão Magno, em Lincroft, admitiu o desvio de mais de US$ 1,2 milhão da congregação para gastos pessoais. O caso, revelado por investigação judicial em Nova Jersey, inclui o uso indevido de cartões de crédito da igreja para financiar um estilo de vida luxuoso.
Detalhes do desvio e uso dos recursos da igreja
Manzi, morador de Atlantic Highlands e com 78 anos, utilizou os fundos da igreja para adquirir um SUV Cadillac, além de pagar consertos de automóveis, roupas de luxo, reformas residenciais e tratamentos de saúde. Também foram identificados gastos com viagens de pesca e ingressos para jogos do New York Yankees, contrariando as regras que limitam o uso dos cartões a despesas ministeriais e administrativas.
Consequências legais enfrentadas por Joseph Manzi
O ex-tesoureiro se declarou culpado perante a juíza Jill O’Malley e responde por furto qualificado em segundo grau e apresentação fraudulenta de declaração de imposto de renda em terceiro grau. Conforme o acordo judicial, Manzi pode cumprir até cinco anos de prisão estadual, além de pagar US$ 1,2 milhão em indenização à igreja e US$ 73.032 em impostos atrasados ao Estado.
Investigação e descoberta dos desvios após desligamento do tesoureiro
As irregularidades foram descobertas pelos dirigentes da igreja após a saída de Manzi em junho do ano anterior, quando uma auditoria nos cartões corporativos revelou diversas compras não autorizadas. Inicialmente, foram apontados desvios de aproximadamente US$ 673 mil, com valores adicionais identificados ao longo da investigação.
Importância do controle financeiro e transparência nas instituições religiosas
Este caso evidencia a necessidade de mecanismos rigorosos de prestação de contas em instituições religiosas para evitar fraudes e garantir o uso correto dos recursos arrecadados pelos fiéis. O episódio serve de alerta para igrejas e entidades semelhantes reforçarem seus processos de controle interno e fiscalização.





