Ministros do TSE são acusados de favorecer Lula em decisões contra Flávio

Revista Oeste aponta clima tenso no tribunal após liminares sobre debate presidencial e canais no WhatsApp

Ministros do TSE são acusados de favorecer Lula em decisões contra Flávio
Tribunal Superior Eleitoral. Foto: Gospelmais

Segundo Revista Oeste, ministros como Estela Aranha, Floriano de Azevedo Marques e Ricardo Villas Bôas Cueva são vistos como favoráveis ao presidente em julgamentos envolvendo o senador.

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são acusados de favorecer o presidente Lula em decisões judiciais contra o senador Flávio Bolsonaro, conforme reportagem da Revista Oeste. O clima no tribunal é descrito como “tenso” devido às decisões controversas.

Os magistrados Estela Aranha, Floriano de Azevedo Marques e Ricardo Villas Bôas Cueva são apontados pela publicação como favoráveis ao presidente em seus julgamentos. Segundo a Revista Oeste, essas decisões geraram desconfiança em relação às ações da corte.

Uma das decisões polêmicas envolveu o restabelecimento provisório do canal “Exército do Lula” no WhatsApp. O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva anulou a suspensão do canal, que é administrado pelo deputado André Janones, após decisão anterior de Nunes Marques, presidente do TSE.

Outra liminar controversa foi proferida por Estela Aranha, que alterou as regras do debate presidencial da TV Globo. A decisão proibiu a emissora de exibir o púlpito vazio de Lula e de fazer perguntas ao candidato ausente.

Em agosto, os ministros Azevedo Marques, Estela e Cueva votaram pela retirada de um vídeo do senador Flávio Bolsonaro que associava Lula a organizações criminosas, segundo a Revista Oeste.

Quando procurado sobre as acusações, Floriano de Azevedo Marques afirmou que atua com imparcialidade. “O ministro Floriano Marques age de forma isenta e estritamente técnica, avaliando e julgando todas as ações que lhe cabem de acordo com os princípios legais.”

Nunes Marques convidou as campanhas de Lula e Flávio para dialogarem sobre as ações judiciais em curso, segundo informações da Revista Oeste.

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