Levantamento divulgado nesta semana mostra 46% para Lula e 45% para Flávio, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta semana mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno de 2026 com 46% e 45% respectivamente.
Uma pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta semana revela competitividade na corrida eleitoral de 2026 ao Palácio do Planalto. No segundo turno simulado entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), os dois candidatos aparecem empatados tecnicamente, com 46% e 45% das intenções de voto, respectivamente, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
O levantamento ouviu 2.006 eleitores de todo o país entre os dias 18 e 20 de setembro, com nível de confiança de 95%. O estudo foi contratado pelo Banco BTG e está registrado junto ao TSE.
A analista de Política Isabel Mega avalia que os candidatos disputam a virada de voto e miram eleitorados decisivos na corrida eleitoral.
No primeiro turno, Lula aparece com 40% e Flávio Bolsonaro com 37%, configurando também um empate técnico. Augusto Cury (Avante) registra 6%; Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 5%; Renan Santos (Missão) com 3%; Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (Unidade Popular) registram 1% cada. Entrevistados que votariam em branco, nulo ou em nenhum representam 4% e 2% não souberam ou não responderam.
Em cenários alternativos de segundo turno, Lula e Caiado aparecem numericamente empatados pela primeira vez na série histórica da pesquisa, ambos com 45%. Contra Romeu Zema, Lula lidera com 47% contra 41%. No confronto com Renan Santos, Lula aparece à frente com 47% contra 39%. No cenário contra Augusto Cury, há empate técnico: Lula com 44% e Cury com 43%.
Flávio Bolsonaro aparece como o candidato mais rejeitado: 50% do eleitorado afirma que não votaria nele de jeito nenhum. Entre os que dizem que votariam apenas nele, o percentual foi de 26% para 30%. Já 17% afirmaram que poderiam votar nele, mas também em outro candidato.
No caso de Lula, 49% do eleitorado afirma que não votaria nele de forma alguma. O percentual dos que votariam apenas nele oscilou de 35% para 37%. Os que poderiam votar nele, mas também em outro candidato, se mantiveram em 12%, índice apontado como relevante por representar um eleitorado ainda em aberto.





