Extrativismo predatório e mercado ilegal são apontados como principais ameaças às espécies

Pesquisador da UFPR aponta que mais da metade das orquídeas pode estar ameaçada de extinção no Brasil devido ao extrativismo predatório e comércio ilegal.
Um pesquisador da Universidade Federal do Paraná alertou que mais da metade das espécies de orquídeas pode estar ameaçada de extinção. O extrativismo predatório, aliado ao mercado ilegal que persiste até hoje, colocou essas plantas em situação de risco, de acordo com o especialista.
A retirada não autorizada de orquídeas da natureza tem reduzido drasticamente as populações selvagens de diversas espécies. O comércio clandestino dessas plantas, que ocorre há décadas, agrava ainda mais a situação.
Segundo o pesquisador da UFPR, a combinação desses fatores criou um cenário crítico para a conservação das orquídeas, tanto nas regiões de ocorrência natural quanto em todo o território nacional. A falta de fiscalização adequada permite que a exploração ilegal continue acontecendo.
Especialistas apontam que ações de proteção das áreas naturais onde as orquídeas ocorrem naturalmente são essenciais para reverter esse quadro. Além disso, o combate ao tráfico de plantas silvestres deve ser intensificado por órgãos responsáveis pela fiscalização ambiental.




