Operação cumpre mandados judiciais em Irati e Fernandes Pinheiro; investigações envolvem crimes sexuais e descumprimento de medidas protetivas

Polícia Civil prende três homens acusados de violência doméstica e estupro de vulnerável em operação no Sudoeste; foram cumpridos mandados judiciais relacionados a crimes contra mulher.
A Polícia Civil do Paraná cumpriu operação de repressão a violência doméstica e estupro de vulnerável nos municípios de Irati e Fernandes Pinheiro, no Sudoeste do Estado. Três mandados de prisão preventiva foram executados em 22 de junho, além de um mandado de busca e apreensão, conforme informou a corporação.
Crimes investigados envolvem vulneráveis e descumprimento de medidas
Os três detidos respondem por acusações que incluem estupro no âmbito doméstico, lesão corporal contra mulheres, dano material, violência psicológica e descumprimento de medidas protetivas de urgência expedidas pela Justiça. Os mandados judiciais fazem parte de investigações relacionadas a crimes contra mulher e abusos sexuais.
Em Irati, foram presos dois homens. O primeiro, de 26 anos, foi localizado enquanto trabalhava em uma construção civil próxima ao Colégio Florestal. Conforme delegado da PCPR Luis Henrique Dobrychtop, os fatos investigados ocorreram em 17 de junho de 2026. O segundo detido, de 51 anos, foi preso no bairro Colina Nossa Senhora, em cumprimento a mandado expedido devido ao reiterado descumprimento de medidas cautelares.
Terceira prisão e material apreendido
O terceiro investigado foi preso em Fernandes Pinheiro. Além das prisões, os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão em endereço ligado a um dos suspeitos, durante o qual foi apreendido aparelho celular utilizado nas atividades criminosas investigadas.
Reforço no combate a crimes contra mulher
A operação reafirma o empenho da instituição no combate à violência doméstica e aos crimes sexuais. As investigações continuarão sob coordenação da Polícia Civil, que colherá depoimentos e evidências para instruir os processos judiciais. Os detidos permanecem à disposição da Justiça, que decidirá sobre a manutenção ou revisão das medidas cautelares.





