Produtor nega financiamento do Banco Master para filme Dark Horse

Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Mário Frias afirma que não houve recursos de Daniel Vorcaro na produção e destaca caráter privado do projeto

Produtor nega financiamento do Banco Master para filme Dark Horse
Mário Frias durante sessão na Câmara dos Deputados. Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Mário Frias, produtor executivo do filme Dark Horse, nega que o Banco Master tenha financiado a produção sobre Jair Bolsonaro.

Negativa de financiamento do Banco Master no filme Dark Horse

Mário Frias, deputado federal e produtor executivo do filme Dark Horse, afirmou nesta quarta-feira (13) que não houve qualquer financiamento do empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para a produção do longa-metragem que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Frias destacou que o projeto, desenvolvido pela GOUP Entertainment, foi integralmente financiado com capital privado, sem envolvimento de dinheiro público.

Esclarecimentos sobre participação de Flávio Bolsonaro

O produtor também esclareceu que o senador Flávio Bolsonaro não possui participação societária no filme ou na produtora responsável pelo projeto. Segundo Frias, a atuação do senador limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família Bolsonaro, cuja notoriedade ajudou na captação de investidores. Essa distinção visa afastar dúvidas sobre eventuais vínculos financeiros ou de gestão relacionados ao filme.

Características e ambições da produção

O filme Dark Horse foi definido por Frias como uma superprodução em padrão hollywoodiano, contando com um diretor e roteirista de renome internacional, além de atores de destaque. O projeto busca retratar uma narrativa alinhada à figura pública de Jair Bolsonaro, com investimento privado que assegura a independência da produção. Essa abordagem busca conquistar espaço no mercado audiovisual, oferecendo uma obra de grande porte com apelo comercial e político.

Impacto dos ataques políticos na produção audiovisual

Desde o anúncio do filme Dark Horse, Frias destacou que a obra tem sido alvo de ataques políticos e tentativas de descredibilização, muitas vezes motivadas por razões ideológicas. Segundo o produtor, essas ações prejudicam a percepção pública, a confiança dos investidores e a relação com parceiros do setor audiovisual, criando um ambiente adverso para a realização de projetos com temáticas polêmicas.

Contexto do debate sobre financiamento e transparência

O caso do filme Dark Horse insere-se em um contexto mais amplo de debates sobre transparência e legitimidade no financiamento de produções culturais ligadas a figuras políticas. A negação formal de Frias sobre o envolvimento do Banco Master busca afastar suspeitas e reafirmar a legalidade e a autonomia da produção, evidenciando a importância da clareza nas relações financeiras do setor audiovisual, especialmente em obras com potencial impacto político e social.

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